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Atendente de IML que fez Pix com celular de morto é condenado e perde o cargo
Por Eduardo Velozo Fuccia O atendente de necrotério acusado de realizar um Pix de R$ 7 mil para a própria conta utilizando o celular de um morto, cujo corpo estava no Instituto Médico-Legal (IML) de Santos (SP), foi condenado por peculato-furto (artigo 312, parágrafo 1º, do Código Penal). Além...